Livro: Recursos Educacionais Abertos no Brasil: o Estado da Arte, Desafios e Perspectivas para o Desenvolvimento e Inovação – UNESCO

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Essa obra sobre o Estado da Arte dos Recursos Educacionais Abertos (REA) no Brasil foi concebida em 2011 a partir de uma iniciativa do instituto para a Aplicação das tecnologias da informação à educação, da UNESCO em Moscou (Institute of Information Technologies in Education – UNESCO IITE) . Com isso, pretendeu-se disseminar as experiências com REA de alguns países não falantes de língua inglesa para a comunidade internacional.
A tradução dessa obra para a língua portuguesa tem o objetivo de contribuir para registrar parte da história do desenvolvimento dos REA no Brasil, e também o de ajudar a consolidar a importância do tema no país, permitindo uma maior compreensão da trajetória dos REA no contexto nacional e a disseminação e discussão de alguns conceitos e práticas da área encontrados nas iniciativas apresentadas.
Faça o download abaixo:
O livro em inglês pode ser encontrado aqui:
http://iite.unesco.org/publications/3214695/

CONECTA 2012 – Explorando repositórios, referatórios e a web 2.0 na construção colaborativa e compartilhamento do conhecimento

Recentemente foi publicado na web o vídeo da palestra que fiz no evento Conecta 2012. Na palestra, apresento definições gerais sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), perfis de usuários, bem como diferenças tecnológicas e conceituais de alguns repositórios e iniciativas de REA. Abaixo o vídeo da palestra com duração de 1:18 min (incluindo perguntas e respostas) e os slides que usei na apresentação.

REA, MOOCs e EAD: João Mattar entrevista Andreia Inamorato

Palestra sobre REA na Universidade Federal do Paraná

Palestra com Andreia Inamorato

Palestra com Andreia Inamorato

How to…OER

Live blog:11:25AM

New OER initiatives are popping out throughout the world. It is often the case that institutions are looking for answers on how to get started as OER providers, and how to get their staff and students involved in the process. Today I am in a meeting with some Dutch universities, which are either already offering content online or considering joining the OCW movement. The questions they ask and discuss in the meeting are, in my view, very relevant for any institution contemplating offering OER. These are:
What is the best audience for OER, learners or teachers?
What sort of support should an institution provide to its staff to design OER?
Should lecturers be involved in publishing the materials as well as developing them? Or should they only concentrate on designing, and the institution provide the infra-structure for publishing?
How to involve lecturers in designing and providing content?
What criteria to use to guarantee that the material offered is of high quality?
What do lecturers have to know before they get started?
With so much technology available, how to decide on the best media for OER provision?
OpenLearn has answers for many of these questions (perhaps all), but “does one size fit all’? By the way, this is one of the favourite questions of our new VC, Mr Martin Bean. And it is also something that OLnet is interested in finding out, evidence of best practices that can serve as a starting point for discussion around these issues. OLnet welcome ideas, experiences and stories to share with the community.