OpenCred study: assessment and recognition in open learning

The OpenCred study

The OpenCred study was carried out by the Institute of Learning Innovation at the University of Leicester in collaboration with the European Commission’s Institute for Prospective Technological Studies (IPTS), from May to November 2014. Its purpose is to inform IPTS’s OpenEdu project, which is investigating the challenges and opportunities in the recognition of learning achievements via open learning with the aim of supporting policy development at a European level.

The OpenCred research team (Gabi Witthaus, Mark Childs, Bernard Nkuyubwatsi, Grainne Conole, Andreia Inamorato dos Santos and Yves Punie ) investigated practices, attitudes and rationales for the types of recognition awarded for open learning, the factors that influenced decisions in this regard, and the contexts in which non-formal, open learning was recognised.

This paper published in the eLearning Papers issue 40 shares some of the early findings of the OpenCred study. It describes a range of institutional initiatives by higher education institutions in Europe in recognising non-formal learning achievements in open education. Recognition of learning is almost always conferred in consideration of the type of assessment used, and so a matrix has been developed to show the relationship between these two features. The vertical axis of the matrix comprises a five-level hierarchy of formality of recognition (from no recognition to full recognition in line with the European Credit Transfer System), while the horizontal axis represents a five-level hierarchy for robustness of assessment (from no assessment to formal examinations).

Examples of European open education initiatives are discussed and plotted on the assessment-recognition matrix. The paper concludes with a summary of the tensions between assessment procedures used and the nature of recognition awarded, and offers recommendations for institutions wishing to evaluate the nature of recognition awarded to students in open education. It also identifies further areas in which the framework could develop.

An Assessment-Recognition Matrix for Analysing Instituional Practices in the Recognition of Open Learning

CONECTA 2012 – Explorando repositórios, referatórios e a web 2.0 na construção colaborativa e compartilhamento do conhecimento

Recentemente foi publicado na web o vídeo da palestra que fiz no evento Conecta 2012. Na palestra, apresento definições gerais sobre Recursos Educacionais Abertos (REA), perfis de usuários, bem como diferenças tecnológicas e conceituais de alguns repositórios e iniciativas de REA. Abaixo o vídeo da palestra com duração de 1:18 min (incluindo perguntas e respostas) e os slides que usei na apresentação.

REA, MOOCs e EAD: João Mattar entrevista Andreia Inamorato

Recursos Educacionais Abertos: pelo livre acesso ao conhecimento | Revista Escola Pública

Matéria publicada na Revista Escola Pública em março de 2013.

Clique: Recursos Educacionais Abertos: pelo livre acesso ao conhecimento | Revista Escola Pública.

Simpósio Baiano de Inovação em EAD

Acontece dia 02 e 03 de abril o Simpósio Baiano de Inovação em EAD no Instituto Anísio Teixeira, Salvador – Bahia

O evento tem o apoio da ABED (Associação Brasileira de Educação a Distância) e conta com a participação de professores, pesquisadores e consultores de todo o Brasil para discutir o tema da inovação em educação a distância (EAD). Dentre os temas discutidos no simpósio, com a perspectiva de inovação, estão Recursos Educacionais Abertos, Inovação em AVAS, legislação de EAD, a EAD no Estado da Bahia e no Brasil, EAD no ensino médio, institucionalização de EAD e tutoria e prática docente.

O presidente da ABED Fredric Litto abriu o simpósio com o tema Fortalecimento da EAD na Bahia, e citou a importância do estabelecimento de uma cultura de inovação no Brasil na qual o livre trânsito de novas ideias seja respeitado e encorajado, de modo a não ser subestimando ou vetado por ‘fazeres tradicionais’ ou burocracias. Mencionou que o magistério superior no Brasil não possui uma progressão na carreira por mérito, o que desmotiva ideias inovadoras e o comportamento empreendedor na academia.

A minha apresentação sobre REA tratou do uso das tecnologias de formas inovadoras, de modo a promover práticas educacionais abertas (PEA) nas instituições de ensino e no dia-a-dia do educador:

Estes vídeos complementam os slides (há legenda em português)

Semana da Educação Aberta 2013 – Os 4 Rs dos REA

open education week 2013A Semana da Educação Aberta 2013 (Open Education Week) começou!

Este ano a Open Education Week apresenta várias opções de palestras e discussões síncronas e assíncronas, além de projetos e vídeos. Confira aqui a programação do evento online. Twitter #openeducationwk

Em colaboração com a Prefeitura do Rio e Secretaria Municipal de Educação do Rio (SME-RJ), contribuímos com um vídeo, no qual falamos dos 4Rs dos REA: reusar, revisar, remixar e redistribuir, veja (4’26”):

Pesquisando Escolas Virtuais no Brasil – Projeto Europeu VISCED

O projeto VISCED (Virtual Schools and Colleges in Education) visa a fazer um inventário de iniciativas inovadoras em aprendizagem baseadas em TICs (tecnologias de informação e comunicação) no ensino fundamental, médio e técnico voltadas para alunos de 14-21 anos de idade. Este inventário se dá por meio de uma revisão sistemática das iniciativas européias e internacionais das escolas virtuais, investigando a funcionalidade de suas operações, pedagogias,  ferramentas e práticas de sucesso que sirvam de exemplo para a comunidade educativa. Os exemplos de escolas virtuais encontrados são disponibilizados ao público interessado (pesquisadores, professores, educadores, formadores de opinião, políticos, entre outros) na wiki do projeto. Por escolas virtuais, entendemos:

Escolas, colégios técnicos ou cursos superiores técnicos frequentados por estudantes entre 14-21 anos de idade, onde haja significativa evidência de que o processo de ensino e aprendizagem presencial esteja sendo substituído por processos baseados no uso da tecnologia, na aprendizagem pela Internet, cursos abertos e a distância. Tais escolas podem ser parcial ou completamente ativas no sentido da virtualidade, mas espera-se que, de qualquer forma, a virtualidade seja um componente essential nas atividades da instituição”.                                                                                                                   

(P.Bacsich, D. Newbould and A.I.Santos, 2011)

Tratando-se do Brasil, o objetivo do projeto VISCED no de 2011 é atualizar o banco de dados na wiki no que diz respeito às iniciativas de escolas virtuais em todos os estados, com o intuito de divulgar as iniciativas existentes, veicular as melhores práticas, bem como recomendar medidas de qualidade.

Para participar do projeto de pesquisa, basta que a  instituição de ensino médio ou técnico responda ao seguinte questionário virtual (leva apenas 5 minutos):

http://www.surveymonkey.com/s/MKVYMVN

Os pesquisadores responsáveis pela pesquisa no Brasil são Dra Andreia Inamorato dos Santos e Dominic Newbould. O coordenador da pesquisa é Professor Dr Paul Bacsich.

Contato: Andreia Inamorato –  ainamorato@gmail.com